Novo blog brenobarros.com

Agora os meus pensamentos e artigos estão no meu novo blog

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Está no ar o Blog do Planalto

equipe_blog_planalto

Na semana passada, o caderno de informática Link, do Estadão, publicou duas matérias sobre o fim dos blogs e, consequentemente, da blogosfera. Contradição, ou não, a Presidência da República lança nesta segunda-feira (31/08), o blog do Planalto.

Devido ao alto número de acessos simultâneos, o blog esteve fora do ar boa parte do dia. A página será atualizada por uma equipe de cinco pessoas, entre técnicos e jornalistas (foto).

Antes de entrar no ar, o blog foi muito criticado pela pouca interação e participar dos internautas. Eu compreendo a opção dos idealizados do projeto. Até porque a atualização não será fácil.

Veja mais sobre o blog do Planalto:

Secom apresenta blog do Planalto

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Mega Não! Brasília, em favor a liberdade e contra a vigilância governamental na internet

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Videocast sobre os The Beatles

O meu último videocast produzido foi filmado na exposição itinerante sobre os Betles no Shopping Pátio Brasil, em Brasília. Convidei o jornalista e músico, Julio Bittencourt, para comentar a exposição que está à nove anos na estrada. O projeto da exposição é do jornalista e beatlemaníaco Márcio Mota, que apresenta um dos maiores acervos com raridades sobre os Beatles.

 A exposição exibe réplicas dos instrumentos musicais e roupas, fotos, discos e outros itens autografados. Além de coleções oficiais e originais de discos em vinil lançados na Inglaterra, Estados Unidos, Brasil e em muitas outras partes do mundo, além de outras mídias e formatos raríssimos, tais como os CEDs.

 Os visitantes tem a oportunidade de conferir duas cabines telefônicas vermelhas típicas inglesas que serve como vitrine, dando ao ambiente um clima verdadeiramente britânico.

 

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Filme: Marley e Eu

marley-e-eu03

Tive a oportunidade de assisti, neste final de semana, o filme Marley e Eu. Sinceramente, o Filme me surpreendeu. A minha primeira impressão era  daqueles filmes enlatados americanos. Enganei-me. 

Quem me conhece sabe que eu não sou muito chegado a animais de estimações, principalmente os cachorros. Como a história é muito bem contada, no final, até eu tive vontade de ter um cachorrinho.

A história é de um casal de jornalistas, John e Jenny, que, no começo de vida a dois, decidem ter um cachorro, para criar responsabilidade antes de terem os primeiros filhos.

O cachorro escolhido foi um labrador. Esse, por sinal, não para quieto. Se quiser saber mais, eu aconselho assisti ao filme. Marley e Eu também é um livro. Achei o livro em português no Google books. Eu vou ler.

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Empreendedorismo em comunicação

empreendedorismo

Ao ler o livro No País de Obama, do jornalista Rodrigo Alvarez, fiquei impressionado com o pensamento empreendedor dos americanos. Aqui no Brasil a coisa é totalmente diferente. Principalmente aqui em Brasília.

O sonho, aqui, é ser funcionário público. Nesse momento, essa idéia não passa na minha cabeça. Pretendo mesmo é ser dono, ou sócio, de uma empresa que presta serviço de comunicação.

Sempre acreditei nas iniciativas empreendedoras. Penso que uma das motivações pela falta de interesse, dos brasileiros, são os excessos de burocracia e de impostos.

A internet é a maior vitrine para os aspirantes a empreendedor. São exemplos a serem seguidos, além das oportunidades de negócio. Para quem pretende, assim como eu, entrar nessa empreitada é bom acessar sites como do SEBRAE ou da Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. O blog Novo em Folha também possui alguns posts sobre experiências e dicas de como sobreviver como freelancer.

twitter.com/brenobarros

breno-barros.blogspot.com

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Mais alguns dilemas da vida

Questionamentos da vida. Estudar ou trabalhar? Inglês ou Espanhol? Jornalismo ou publicidade? Informática ou comunicação? Futebol ou vôlei?
São tantas as escolhas que temos que fazer na vida. O mais difícil é fazer-las, com o peso de levar para o resto da vida, com seus 20 e poucos anos. Hoje, tenho 23. A minha sensação é que eu tinha 10 anos ontem. Nestas horas aquele chavão cai como um ouro. “Como o tempo passa rápido!”.
Entrei na faculdade de jornalismo com 18 anos. Ao contrário dos colegas da minha turma, nunca tive a pretensão de ser jornalista. Nunca tive parente ou amigo jornalista. Primeiramente, pensei em fazer arquitetura ou publicidade, que naquele momento, não sabia ao certo o que era.
Aprendi a amar e admirar o oficio. Desde criança, uma das coisas que mais gosto de fazer é escutar boas histórias. Sendo bem contata, pode ser sobre qualquer assunto.
Em contrapartida, nunca gostei de contar histórias. Uma das justificativas pode ser pelo fato de não saber contar-las, de forma que prenda a atenção do ouvinte. Sempre fui objetivo nas minhas conversas.
Com o andamento do curso de comunicação, percebi que o meu jeito, que naquele momento achava que era defeito, casou com a profissão que escolhi seguir para o resto da vida. Primeiro, porque um jornalista tem que ter paciência em escutar todas as fontes e, segundo, ser objetivo ao repassar os fatos. O resto a gente aprende com a prática do trabalho.
Quando o tempo passa os questionamentos aumentam. Será que fiz a escolha certa? Não sou só eu, imagino que muitas pessoas também se perguntam. Sinceramente, eu não sei a resposta. “Somente o tempo irá dizer”, outro chavão que tenta explicar as coisas inexplicáveis

Questionamentos da vida. Estudar ou trabalhar? Inglês ou Espanhol? Jornalismo ou publicidade? Informática ou comunicação? Futebol ou vôlei?

São tantas as escolhas que temos que fazer na vida. O mais difícil é fazer-las, com o peso de levar para o resto da vida, com seus 20 e poucos anos. Hoje, tenho 23. A minha sensação é que eu tinha 10 anos ontem. Nestas horas aquele chavão cai como um ouro. “Como o tempo passa rápido!”.

Entrei na faculdade de jornalismo com 18 anos. Ao contrário dos colegas da minha turma, nunca tive a pretensão de ser jornalista. Nunca tive parente ou amigo jornalista. Primeiramente, pensei em fazer arquitetura ou publicidade, que naquele momento, não sabia ao certo o que era.

Aprendi a amar e admirar o oficio. Desde criança, uma das coisas que mais gosto de fazer é escutar boas histórias. Sendo bem contata, pode ser sobre qualquer assunto.

Em contrapartida, nunca gostei de contar histórias. Uma das justificativas pode ser pelo fato de não saber contar-las, de forma que prenda a atenção do ouvinte. Sempre fui objetivo nas minhas conversas.

Com o andamento do curso de comunicação, percebi que o meu jeito, que naquele momento achava que era defeito, casou com a profissão que escolhi seguir para o resto da vida. Primeiro, porque um jornalista tem que ter paciência em escutar todas as fontes e, segundo, ser objetivo ao repassar os fatos. O resto a gente aprende com a prática do trabalho.

Quando o tempo passa os questionamentos aumentam. Será que fiz a escolha certa? Não sou só eu, imagino que muitas pessoas também se perguntam. Sinceramente, eu não sei a resposta. “Somente o tempo irá dizer”, outro chavão que tenta explicar as coisas inexplicáveis.

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